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Crítica de Practical Magic 2: Bullock e Kidman encantam, mas sequência é rasa

Practical Magic 2, dirigido por Susanne Bier e estrelado por Sandra Bullock e Nicole Kidman, tem estreia prevista para sexta-feira, 11 de setembro; esta crítica considera eficaz a química entre suas estrelas, mas julga a narrativa da sequência descuidada e emocionalmente rasa.

Por que isso importa

A crítica identifica a química renovada entre Bullock e Kidman como o maior trunfo do filme, ao mesmo tempo que critica sua narrativa abarrotada e pouco desenvolvida. O marketing pode destacar o reencontro e os elementos reconhecíveis da franquia, mas as críticas relatadas podem limitar o poder de convencimento da nostalgia para espectadores em busca de uma nova história autônoma.

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Sandra Bullock e Nicole Kidman continuam com a mesma química. Practical Magic 2, ao que tudo indica, não tem história suficiente para acompanhá-la.

Críticas de The Hollywood Reporter e Variety concordam no diagnóstico geral: a aguardada sequência de Susanne Bier proporciona aos fãs um reencontro bem-vindo com Sally e Gilly Owens, mas o insere em uma aventura longa demais, previsível e emocionalmente rasa.

O novo filme, com estreia prevista para sexta-feira, 11 de setembro, mostra as filhas de Sally, Kylie e Antonia, criadas sem saber da maldição de sua família. Quando o namorado de Kylie passa a correr perigo, ela vai à casa ancestral dos Owens, na Inglaterra, para tentar quebrá-la, levando Sally de volta à vida sobrenatural que tentara deixar para trás. Joey King, Maisie Williams, Lee Pace, Xolo Maridueña, Solly McLeod, Stockard Channing e Dianne Wiest se juntam às protagonistas que retornam.

Segundo o THR, o problema não são as margaritas à meia-noite. É o que vem depois delas. Bullock e Kidman continuam sendo o maior trunfo da sequência, mas o roteiro de Akiva Goldsman, Georgia Pritchett e Kelly Marcel passa às pressas pelo luto, pelos conflitos familiares e pelos personagens coadjuvantes antes que esses elementos possam ganhar corpo.

O paralelo histórico

Análise: este é o dilema conhecido das sequências que resgatam franquias antigas. Estrelas que retornam podem reabrir a porta, mas não bastam para sustentar tudo sozinhas. Independence Day: Resurgence, de 2016, também se apoiou em integrantes do elenco original enquanto apresentava personagens mais jovens; estreou com US$ 41,6 milhões no mercado doméstico e não chegou perto da arrecadação global do primeiro filme, como noticiou o The Guardian. Isso não é uma previsão de bilheteria para Practical Magic 2, uma fantasia familiar sobrenatural menor, voltada a outro público. É um alerta útil sobre os limites da nostalgia.

Avaliação de impacto

Bullock e Kidman são as que saem melhor: as críticas apontam a química entre elas como o motivo para assistir ao filme, preservando seu valor como principal atrativo da produção.

A Warner Bros. tem uma tarefa mais complicada. No curto prazo, pode vender o reencontro e os elementos já conhecidos do original. Mas, se o público compartilhar a crítica de que a nova história é apressada, a promoção poderá ter dificuldade para transformar espectadores de primeira viagem em fãs da franquia.

Isso importa para além deste lançamento. Estúdios que consideram seus próprios retornos a franquias antigas continuarão aprendendo a mesma lição cara: rostos reconhecíveis atraem atenção; uma nova geração de personagens precisa de uma razão própria para conquistar o público.

Cenários

Mais provável: Se o contraste apontado nessas críticas se mantiver durante a semana de estreia, o marketing e o interesse do público se concentrarão em Bullock e Kidman, enquanto a geração mais jovem dos Owens se tornará um gancho secundário. Nesse caso, o apelo do filme permaneceria mais forte entre espectadores já ligados ao original de 1998.

Cenário positivo: Se o conflito de Kylie com Sally e a história da quebra da maldição ambientada na Inglaterra funcionarem como um drama acessível, novos espectadores poderão procurar o original e dar aos personagens mais jovens uma plataforma genuína para futuras continuações. Isso depende de a sequência parecer uma porta de entrada, e não uma lição de casa.

Cenário negativo: Se os primeiros espectadores considerarem a trama tão apressada e previsível quanto os críticos, a nostalgia talvez não sustente o filme além de sua base principal de fãs. A Warner Bros. teria menos incentivo para desenvolver novas histórias em torno dos personagens inéditos, mesmo com as estrelas originais ainda oferecendo as cenas mais fortes.

O que observar a seguir

Observe se a Warner Bros. dará destaque ao reencontro entre Bullock e Kidman ou se atribuirá o mesmo peso a Kylie e Antonia na promoção da semana de estreia. Depois, acompanhe a divisão do público: as pessoas estão elogiando as protagonistas enquanto demonstram indiferença pela história, ou os novos personagens estão passando a integrar a conversa? A resposta dirá se Practical Magic 2 é uma agradável volta ao universo da franquia ou o começo de outro capítulo.

Sources (5)
  1. The Hollywood Reporter‘Practical Magic 2’ Review: Sandra Bullock and Nicole Kidman Still Charm in a Slapdash Sequel That Doesn’t
  2. Variety‘Practical Magic 2’ Review: Sandra Bullock and Nicole Kidman Don’t Quite Cast a Spell in an Overlong, Predictable Sequel
  3. trendingnewsU.S. envoys ‘very encouraged’ after peace talks in Moscow and Kyiv
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  5. Historical sourceIndependence Day: Resurgence review – planet-smashingly boring sci-fi sequel

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